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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Reverend Michael Cocks - Christianity and the Afterlife Communications - Legendado em Português

Olá, amigos.Gostaria de compartilhar uma entrevista de 25 minutos com o padre anglicano Michael Cocks. Pessoa caridosa e dedicada aos estudos da mediunidade sob a ética cristã.

New Zealand Anglican priest talks about his experience with afterlife communications and their importance to Christianity and vice-versa.

 Padre Anglicano neozelandês fala sobre suas experiências com comunicações de espíritos e sua importância para o cristianismo e vice-versa.


terça-feira, 1 de março de 2016

The After Life Investigations - Edição Brasileira


A fenomenologia, nos domínios do psiquismo, em vosso século, visa ao ensinamento, à formação da profunda consciência espiritual da Humanidade, constituindo, desse modo, um curso propedêutico para as grandes lições do porvir. É por essa razão que necessitamos de operar ativamente para que a Ciência descubra, nos próprios planos físicos, as afirmações de espiritualidade. Emmanuel - 1937

The Afterlife Investigations - Edição Brasileira
Liberado gratuitamente

sábado, 20 de julho de 2013

AS MATERIALIZAÇÕES DE ESPÍRITOS EM BELO HORIZONTE NA DÉCADA DE 50 DO SÉCULO XX.


Ed Soares foi testemunha das importantes reuniões de materializações de Espíritos, realizadas em Belo Horizonte na década de 50, do século XX. Essas reuniões eram também realizadas na casa dos pais dele. Vejam essa entrevista no site do Espiritismo BH. Se for verdadeiro o que ele disse, então tudo é muito interessante. O entrevistado me pareceu sério e comedido. 

Vejam a entrevista com ele no link abaixo:





Dauro Mendes

quinta-feira, 6 de junho de 2013

O PENSAMENTO DO ESPÍRITO DE EMMANUEL (2)




Do Livro Religião dos Espíritos temos:


Materialistas

Reunião pública de 25/9/59
Questão nº 79

Não podemos afirmar que os materialistas vêm vindo...

Estão nos tempos modernos, por toda parte, tentando inconscientemente apagar a luz do espírito.

Assestam telescópios na direção das galáxias e supõem resolver os enigmas do Universo pelas acanhadas impressões dos cinco sentidos da esfera física.

Devotam-se aos mais altos estudos da Psicologia transcendente e atestam que o homem não passa de símio complexo, sem maiores possibilidades de evolução.

Dizem que estamos longe de equacionar os problemas do destino e do ser, e estabelecem padrões para a genética humana, tomando por alicerce o comportamento de drosófilas e de ratos nas atividades reprodutivas.

Asseveram que é preciso plasmar elites de condutores e dirigem-se à mocidade acadêmica subtraindo-lhe as noções da alma, à feição de sorridentes carrascos da responsabilidade moral.

Destacam o imperativo da solidariedade e preconizam a sumária eliminação dos que nasçam doentes ou incapazes.

Proclamam-se campeões da liberdade e desprezam quem lhes não aceite o figurino mental.

Recomendam a investigação das questões do espírito e injuriam as inteligências sinceras e desassombradas que a elas se afeiçoem.

Aconselham o respeito às religiões e, em vez de ajudá-las no apostolado de amor pela extinção do sofrimento, solapam-lhes a existência, a golpes de sarcasmo sutil.

Claro que não nos reportamos aos pesquisadores respeitáveis, porque a Ciência – matriz do progresso – será sempre, no mundo, a interrogação vestida de luz, entesourando experiências, diante da verdade.

Referimo-nos aos epicuristas de todas as épocas, sejam eles autores de fulgurantes pensamentos destrutivos, em alentados livros sobre a Natureza, ou meros conversadores de salão, interessados nas sensações inferiores, a detrimento da sublimação íntima.

Desde as primeiras horas de nossa formação doutrinária, os mensageiros do Cristo explicaram que o Espiritismo contribuirá no aperfeiçoamento da Terra, anulando o materialismo, por ensinar aos homens a dignificação do futuro, mantendo-os livres de seitas e cores, castas e privilégios.

Temos, assim, a tarefa de conduzir para a frente a bandeira da imortalidade, com o trabalho incessante que lhe é conseqüente, mas, para atingirmos a meta, é imperioso se disponha cada um de nós a viver em si mesmo os princípios que prega, com a obrigação de servir e com o dever de estudar.

EMMANUEL


Materialismo

Reunião pública de 28/9/59
Questão nº 148

Para dissipar a sombra do materialismo a espessar-se no espírito humano, é forçoso evitemos a atitude daquelas autoridades da antiga Bizâncio, que discutiam bagatelas, enquanto os inimigos lhes cercavam as portas.

Reconhecendo a impossibilidade de vincular essa anomalia às raízes da ignorância, de vez que o epicurista é, invariavelmente, alguém que se prevalece da cultura intelectual para extrair da existência o máximo de prazer com esquecimento da responsabilidade, interpretemos o materialismo como sendo enfermidade obscura, espécie de neoplasma da mente, a degenerar-lhe os mecanismos. Da tumoração invisível surge a violência e a crueldade, a desumanidade e o orgulho por metástases perigosas, suscetíveis de criar as piores deformidades no mundo íntimo.

E tanto quanto a ciência médica ainda encontra dificuldades para definir a etiologia do câncer, surpreendemos, de nossa parte, os maiores entraves para explicar a causa de semelhante calamidade, porquanto, sendo a idéia de Deus imanente em todas as leis do Universo, não é compreensível se isole, voluntariamente, a razão da sua origem divina.

Convençamo-nos, porém, de que todo desequilíbrio do espírito pede, por remédio justo, a educação do espírito.

Veiculemos, assim, o livro nobre.

Estendamos a mensagem edificante.

Acendamos a luz dos nossos princípios nas colunas da imprensa.

Utilizemos a onda radiofônica, auxiliando o povo a pensar em termos de vida eterna.

Relatemos as nossas experiências pessoais, no caminho da fé, com o desassombro de quem se coloca acima dos preconceitos.

Amparemos a infância e a juventude para que não desfaleçam à míngua de assistência espiritual.

Instruamos a mediunidade.

Aperfeiçoemos nossos próprios conhecimentos, através da leitura construtiva e meditada.

Instituamos cursos de estudo do Evangelho de Jesus e da obra de Allan Kardec, em nossas organizações, preparando o futuro.

Ofereçamos pão ao estômago faminto e alfabeto ao raciocínio embotado.

Plantemos no culto da caridade o culto da escola.

E, sobretudo, considerando o materialismo como chaga oculta, não nos afastemos da terapia do exemplo, porque, em todos os climas da Humanidade, se a palavra esclarece, o exemplo arrasta sempre.
EMMANUEL


Do Livro Emmanuel temos:


O TÓXICO DO INTELECTUALISMO

Nos tempos modernos, mentalidades existem que pugnam pelo desaparecimento das noções religiosas do coração dos homens, saturadas do cientificismo do século e trabalhadas por idéias excêntricas, sem perceberem as graves responsabilidades dos seus labores intelectuais, porquanto hão de colher o fruto amargo das sementes que plantaram nas almas jovens e indecisas. Pede-se uma educação sem Deus, o aniquilamento da fé, o afastamento das esperanças numa outra vida, a morte da crença nos poderes de uma providência estranha aos homens. Essa tarefa é inútil. Os que se abalançam a sugerir semelhantes empresas podem ser dignos de respeito e admiração, quando se destacam por seus méritos científicos, mas assemelham-se a alguém que tivesse a fortuna de obter um oásis entre imensos desertos. Confortados e satisfeitos na sua felicidade ocasional, não vêem as caravanas inumeráveis de infelizes, cheias de sede e fome, transitando sobre as areias ardentes. 

EMMANUEL


No próximo texto, Emmanuel nos descreve com profundidade e conhecimento de causa, o que são os piores momentos de nossas vidas. É uma radiografia perfeita que nos emociona muito devido à sua plena descrição destes que são os nossos piores momentos, e dos sentimentos que nos acompanham nesta hora, a hora das “Grandes Perdas”.
Os ateus com suas CRENÇAS; pois o ateísmo não passa de uma crença, sem nenhuma fundamentação da ciência, ciência que até hoje não provou que Deus não existe e nem tem essa capacidade de fazê-lo, lembrando também que isto não é missão e objeto de estudos dela, pois a ciência existe e tem como missão estudar e compreender a natureza,  os seus mecanismos e estruturas; pois bem, os ateus com as suas crenças, só multiplicam por infinito a dor e o sofrimento que nos acompanham nesses que são os piores momentos das nossas vidas e isto é óbvio, pois eles acreditam que a vida, a consciência não continua a existir após a morte. Mas Emmanuel, ao mesmo tempo que descreve perfeitamente a intensidade da dor de quem passa por esta experiência que todos passarão, nos traz ao final a esperança de que a morte não é o fim da vida, não é um adeus, é um até logo, um até breve. Emmanuel nos traz a certeza do nosso reencontro com os nossos entes amados, na VIDA MAIOR, esperança que o ateísmo é absolutamente incapaz de dar.


O pensamento e as palavras de Emmanuel nos consolando, nos dando e revigorando esperanças em nossos piores momentos.


Ante os que partiram

Nenhum sofrimento, na Terra, será talvez comparável ao daquele coração que se debruça sobre outro coração regelado e querido que o ataúde transporta para o grande silêncio.

Ver a névoa da morte estampar-se, inexorável, na fisionomia dos que mais amamos, e cerrar-lhes os olhos no adeus indescritível, é como despedaçar a própria alma e prosseguir vivendo.

Digam aqueles que já estreitaram de encontro ao peito um filhinho transfigurado em anjo da agonia; um esposo que se despede, procurando debalde mover os lábios mudos; uma companheira cujas mãos consagradas à ternura pendem extintas; um amigo que tomba desfalecente para não mais se erguer, ou um semblante materno acostumado a abençoar, e que nada mais consegue exprimir senão a dor da extrema separação, através da última lágrima.

Falem aqueles que, um dia, se inclinaram, esmagados de solidão, à frente de um túmulo; os que se rojaram em prece nas cinzas que recobrem a derradeira recordação dos entes inesquecíveis; os que caíram, varados de saudade, carregando no seio o esquife dos próprios sonhos; os que tatearam, gemendo, a lousa imóvel, e os que soluçaram de angústia, no ádito dos próprios pensamentos, perguntando, em vão, pela presença dos que partiram.

Todavia, quando semelhante provação te bata à porta, reprime o desespero e dilui a corrente da mágoa na fonte viva da oração, porque os chamados mortos são apenas ausentes e as gotas de teu pranto lhes fustigam a alma como chuva de fel.

Também eles pensam e lutam, sentem a choram.

Atravessam a faixa do sepulcro como quem se desvencilha da noite, mas, na madrugada do novo dia, inquietam-se pelos que ficaram... Ouvem-lhes os gritos e as súplicas, na onda mental que rompe a barreira da grande sombra e tremem cada vez que os laços afetivos da retaguarda se rendem à inconformação ou se voltam para o suicídio.

Lamentam-se quanto aos erros praticados e trabalham, com afinco, na regeneração que lhes diz respeito.

Estimulam-te à prática do bem, partilhando-te as dores e as alegrias.

Rejubilam-se com as tuas vitórias no mundo interior e consolam-te nas horas amargas para que te não percas no frio do desencanto.

Tranqüiliza, desse modo, os companheiros que demandam o Além, suportando corajosamente a despedida temporária, e honra-lhes a memória, abraçando com nobreza os deveres que te legaram.

Recorda que, em futuro mais próximo que imaginas, respirarás entre eles, comungando-lhes as necessidades e os problemas, porquanto terminarás também a própria viagem no mar das provas redentoras.

E, vencendo para sempre o terror da morte, não nos será lícito esquecer que Jesus, o nosso Divino Mestre e Herói do Túmulo Vazio, nasceu em noite escura, viveu entre os infortúnios da Terra e expirou na cruz, em tarde pardacenta, sobre o monte empedrado, mas ressuscitou aos cânticos da manhã, no fulgor de um jardim.

Do livro Religião dos Espíritos - Emmanuel


Dauro Mendes

sábado, 1 de junho de 2013

O PENSAMENTO DO ESPÍRITO DE EMMANUEL (1)



Prezados amigos, estamos começando mais uma série de trabalhos onde procuraremos apresentar O MELHOR do pensamento do Cristo, do Emmanuel, do André Luiz, dos grandes cientistas, dos grandes filósofos, da codificação de Kardec. Todos podem colaborar com a construção desse trabalho nos enviando os melhores textos, frases e citações, referentes a eles, e indicando as fontes de referência. A colaboração de cada um será citada nominalmente nas publicações. Começaremos este trabalho então com a apresentação do pensamento do Emmanuel.





chico xavier - emmanuel
Livro Emmanuel
Vejam esta pergunta que foi feita ao Emmanuel, pergunta que está no livro  "EMMANUEL" psicografado pelo Chico Xavier em 1938, na página 171, terceiro parágrafo:
  
Pergunta: Todos nós temos consciência dos princípios de unidade e variação, ou de universalidade e individualidade, que funcionam juntos em nosso mundo. Onde se encontra o ponto de interação, ou lugar de reunião desses dois termos opostos?

Resposta do Emmanuel:  Se temos aí consciência dos princípios de unidade e variação, ainda aqui os observamos, sem haver descoberto o seu ponto íntimo de união.
 Todavia, o princípio soberano de unidade absorve todas as variações, crendo nós que, sem perdermos a consciência individual no transcurso dos milênios, chegaremos a reunir-nos no GRANDE PRINCÍPIO DA UNIDADE, que é a PERFEIÇÃO. 


Esta resposta do Emmanuel nos faz concluir que tudo (e todos) faz parte de uma coisa só, que só existe UMA COISA SÓ, A ESSÊNCIA DIVINA, DEUS, e nós seríamos expressões, efeitos, variações, DESTA COISA ÚNICA. Não é à toa que os Espíritos nos falam que tudo que existe no mundo espiritual e no nosso mundo físico são transformações, apresentações variadas, expressões diversas, do FLUÍDO CÓSMICO UNIVERSAL, o HÁLITO DIVINO.


SOBRE O TEMPO E O ESPAÇO



Esta pergunta está na página 171 do mesmo livro citado acima.

Pergunta – O espaço e o tempo serão apenas formas viciosas do intelecto, ou terão uma expressão objetiva no esquema da realidade pura? E, neste último caso, quais serão as relações fundamentais entre espaço e tempo?

Resposta    No  esquema  das  realidades  eternas  e  absolutas,  tempo  e espaço não  têm expressões  objetivas;  se são propriamente formas viciosas do vosso intelecto, elas são precisas ao homem como expressões  de controle dos fenômenos da sua existência. As figuras, em cada plano de aperfeiçoamento da vida, são correspondentes à organização através da qual o Espírito se manifesta.



Quando Emmanuel diz que "No  esquema  das  realidades  eternas  e  absolutas,  tempo  e espaço não  têm expressões  objetivas", ele de certa forma está dizendo que tanto o espaço como o tempo são na verdade efeitos e fenômenos secundários e ilusórios mas necessários para o nosso momento e processo evolutivo. O que fundamenta esta possibilidade na física é o salto quântico que o elétron faz no interior do átomo onde ele instantaneamente salta de um nível de energia para o outro sem atravessar a região de espaço que separa os dois, o que nos faz questionar a realidade do espaço pois ele é um elemento separador que separa espacialmente uma coisa da outra e no caso o salto de um nível de energia atômico para outro se dá de forma instantânea o que nos faz questionar a realidade do espaço. Também a Não Localidade e o emaranhamento quântico são outras descobertas da Mecânica quântica que nos fazem questionar a realidade do espaço, pois a Não Localidade e o emaranhamento quântico nos mostram que, possivelmente, tudo faz parte de um único todo instantaneamente interconectado, interligado, com tudo. Instantaneidade implica em Totalidade sem real separação e novamente o conceito de espaço, como um elemento separador que separa as coisas, deixa de ser real, verdadeiro, deixa de ter sentido no caso, passando a ser somente um efeito "ilusório" de segunda ordem.


SOBRE O ESPÍRITO E  A MATÉRIA


Pergunta – Será licito considerar-se espírito e matéria como dois estados alotrópicos de um    elemento  primordial,  de  maneira  a  obter-se  a  conciliação  das  duas  escolas perpetuamente  em  luta,  dualista  e  monista,  chegando-se  a  uma  concepção  unitária  do Universo?


Resposta    É  licito  considerar-se  espírito  e  matéria  como  estados  diversos  de  UMA ESSÊNCIA  IMUTÁVEL,  chegando-se  dessa  forma  a  estabelecer  a  UNIDADE SUBSTANCIAL  do Universo.  Dentro, porém, desse monismo físico-psíquico, perfeitamente conciliável com a doutrina dualista, faz-se preciso considerar a matéria como o estado negativo e o espírito como  o  estado  positivo  dessa  SUBSTÂNCIA.  O  ponto  de  integração  dos  dois  elementos estreitamente  unidos  em  todos  os  planos  do  nosso  relativo  conhecimento,  ainda  não  o encontramos.
A  ciência  terrena,  no  estudo  das  vibrações,  chegará a conceber a  UNIDADE de todas as forças físicas e psíquicas do Universo. O homem, porém, terá sempre um limite nas suas investigações sobre a matéria e o movimento. Esse limite é determinado por leis sábias e justas, mas, cientificamente poderemos classificar esse estado inibitório como oriundo da estrutura do seu olho e da insuficiência das suas faculdades sensoriais.

Novamente aqui Emmanuel fala da UNIDADE, do UNO, a qual implica na TOTALIDADE, na UNICIDADE.

(A Ciência já está chegando aos poucos a conceber a UNIDADE de todas as forças físicas, processo que se aprofundou com os estudos de Einstein relacionados à Teoria do Campo Unificado e se expressa mais fortemente nas atuais GUTs, teorias que buscam unificar as forças, e nas outras teorias de Simetrias e de Unificações).



Trazemos também, para completar a nossa reflexão, um pedaço do importante prefácio que Emmanuel escreveu no livro “Nos Domínios da Mediunidade,” psicografado pelo espírito André Luiz através do médium Chico Xavier:

“Químicos e físicos, geômetras e matemáticos, erguidos à condição de investigadores da verdade, são hoje, sem o desejarem, sacerdotes do Espírito, porque, como conseqüência de seus porfiados estudos, o materialismo e o ateísmo serão compelidos a desaparecer, por falta de matéria, a base que lhes assegurava as especulações negativistas. (faço aqui a observação que o que o Emmanuel quis dizer com por falta de matéria, é que a física moderna "desmaterializou" a matéria, que hoje é entendida como uma quase total abstração, como uma "imaterialidade").

Os laboratórios são templos em que a inteligência é concitada ao serviço de Deus, e, ainda mesmo quando a cerebração se perverte, transitoriamente subornada pela hegemonia política, geradora de guerras, o progresso da Ciência, como conquista divina, permanece na exaltação do bem, rumo a glorioso porvir.

O futuro pertence ao Espírito!

Semelhantes verdades não permanecerão semi-ocultas em 
nossos santuários de fé. Irradiar-se-ão dos templos da Ciência 
como equações matemáticas. 

Todavia, o que destacamos por mais alto em suas páginas é a 
necessidade do Cristo no coração e na consciência, para que não 
estejamos desorientados ao toque dos fenômenos. 

Sem noção de responsabilidade, sem devoção à prática do 
bem, sem amor ao estudo e sem esforço perseverante em nosso 
próprio burilamento moral, é impraticável a peregrinação libertadora para os Cimos da Vida." 


Relembramos aqui a sempre inteligente, profunda e ponderada reflexão de Emmanuel

- Pergunta feita ao Emmanuel:

Apresentando o Espiritismo, na sua feição de Consolador prometido pelo Cristo, três aspectos diferentes: científico, filosófico, religioso, qual desses o maior?

-Resposta do Emmanuel:

“Podemos tomar o Espiritismo, simbolizado desse modo, como um triângulo de forças espirituais. “A ciência e a Filosofia vinculam à Terra essa figura simbólica, porém, a Religião é o ângulo divino que a liga ao céu. No seu aspecto científico e filosófico, a doutrina será sempre um campo nobre de investigações humanas, como outros movimentos coletivos, de natureza intelectual, que visam o aperfeiçoamento da Humanidade. No aspecto religioso, todavia, repousa a sua grandeza divina, por constituir a restauração do Evangelho de Jesus-Cristo, estabelecendo a renovação definitiva do homem, para a grandeza do seu imenso futuro espiritual”. ( Emmanuel, prefácio de “O Consolador”).


Compreendemos então a importância da ciência, como também da filosofia, como ferramentas para nos ajudarem no nosso processo de religação com Deus, na estruturação deste importante triângulo de forças, e vemos que a religião é a parte principal e mais importante deste processo, desta figura, e que tanto a ciência, como a filosofia, nos ajudam a compreender este processo e a caminharmos na direção dele de forma mais eficaz e efetiva, bem como a estruturá-lo. Emmanuel ainda diz:

“O Espiritismo – renascença do Espelho de Nosso Senhor Jesus Cristo – é uma Doutrina Racional, sem quistos dogmáticos que lhe deformem o corpo de revelações simples e puras, brilhando por luminoso caminho de aperfeiçoamento das almas e assimilando, sem resistência, todas as conquistas filosóficas e científicas da Humanidade”. ( Emmanuel, livro Chico Xavier Inédito, página 121).

“A Ciência – matriz do progresso – será sempre, no mundo, a interrogação vestida de luz, entesourando experiências, diante da verdade”. (EMMANUEL)

 "O Cristo não estabelece linhas divisórias entre o templo e a oficina. Toda a Terra é seu altar de oração e seu campo de trabalho, ao mesmo tempo. Por louvá-lo nas igrejas e menoscabá-lo nas ruas é que temos
naufragado mil vezes, por nossa própria culpa. Todos os lugares, portanto, podem ser consagrados ao serviço divino." (Emmanuel, no livro "Caminho, Verdade e Vida")  ( CONCLUÍMOS COM ESTE TEXTO
DO EMMANUEL, QUE NÃO HÁ SEPARAÇÃO NO TRABALHO DO CRISTO, TANTO A CIÊNCIA COMO A RELIGIÃO SÃO OFICINAS DO CRISTO E FAZEM PARTE DA SUA OBRA, SÃO FERRAMENTAS DE CONSTRUÇÃO DA SUA OBRA, FAZEM PARTE DO SERVIÇO DIVINO, NÃO HÁ SEPARAÇÃO VERDADEIRA ENTRE AS DUAS EM ÚLTIMA ANÁLISE) (esse pequeno texto, imediatamente acima é uma contribuição do colaborador Tales Argolo)


Dauro Mendes

sexta-feira, 31 de maio de 2013

TEORIA DA RELATIVIDADE GERAL E TEORIA DA RELATIVIDADE ESPECIAL (RESTRITA), DE ALBERT EINSTEIN, NO LIVRO DOS ESPÍRITOS?



A Teoria da Relatividade Geral e a Teoria da Relatividade Especial, de Albert Einstein, nos mostraram que o tempo passa de forma diferente para pessoas que estão em referenciais diferentes, ou seja, o tempo passa de forma diferente para observadores diferentes, o tempo é de fato um fenômeno relativo para cada observador que está em um referencial diferente ao que está um outro observador . O tempo passa mais devagar para observadores submetidos a efeitos gravitacionais mais intensos, mais fortes, e também passa cada vez mais devagar para observadores que se movem cada vez mais rápidos em relação a um outro observador.

Vejam como os Espíritos nos revelam como o tempo é percebido de forma diferente por eles, o que pode ser fundamentado pelas Teorias da Relatividade Geral e Especial, que de fato nos mostram que o tempo é percebido, passa, de forma diferente para observadores que se encontram em lugares, em referenciais, diferentes, o que é fundamentado pelas Teorias da Relatividade que nos mostram que o tempo é um fenômeno relativo. A física Newtoniana, clássica, não pode nos ajudar a fundamentar cientificamente estas repostas dos Espíritos, só as Teorias da Relatividade Geral e Especial é que podem nos ajudar a fundamenta-las.


Do Livro dos Espíritos temos:

240. A duração, os Espíritos a compreendem como nós?

“Não e daí vem que nem sempre nos compreendeis, quando se trata de determinar datas ou épocas.”

Os Espíritos vivem fora do tempo como o compreendemos. A duração, para eles, deixa, por assim dizer, de existir. Os séculos, para nós tão longos, não passam, aos olhos deles, de instantes que se movem na eternidade, do mesmo modo que os relevos do solo se apagam e desaparecem para quem se eleva no espaço. (Observação feita por Allan Kardec)


241. Os Espíritos fazem do presente mais precisa e exata ideia do que nós?

“Do mesmo modo que aquele, que vê bem, faz mais exata ideia das coisas do que o cego. Os Espíritos vêem o que não vedes. Tudo apreciam, pois, diversamente do modo por que o fazeis. Mas, também isso depende da elevação deles.”


242. Como é que os Espíritos têm conhecimento do passado? E esse conhecimento lhes é ilimitado?

“O passado, quando com ele nos ocupamos, é presente. Verifica-se então, precisamente, o que se passa contigo quando recordas qualquer coisa que te impressionou no curso do teu exílio. Simplesmente, como já nenhum véu material nos tolda a inteligência, lembramo-nos mesmo daquilo que se te apagou da memória. Mas, nem tudo os Espíritos sabem, a começar pela sua própria criação.”


243. E o futuro, os Espíritos o conhecem?

“Ainda isto depende da elevação que tenham conquistado. Muitas vezes, apenas o entreveem, porém nem sempre lhes é permitido revelá-lo. Quando o vêem, parece-lhes presente. À medida que se aproxima de Deus, tanto mais claramente o Espírito descortina o futuro. Depois da morte, a alma vê e apreende num golpe de vista suas passadas migrações, mas não pode ver o que Deus lhe reserva. Para que tal aconteça, preciso é que, ao cabo de múltiplas existências, se haja integrado nele.”

a) — Os Espíritos que alcançaram a perfeição absoluta
têm conhecimento completo do futuro?

“Completo não se pode dizer, por isso que só Deus é soberano Senhor e ninguém o pode igualar.”


Destaco os seguintes trechos das questões 242 e 243:


242. Como é que os Espíritos têm conhecimento do passado? E esse conhecimento lhes é ilimitado?


“O passado, quando com ele nos ocupamos, é presente.



243. E o futuro, os Espíritos o conhecem?

“Ainda isto depende da elevação que tenham conquistado. Muitas vezes, apenas o entreveem, Quando o vêem, parece-lhes presente. À medida que se aproxima de Deus, tanto mais claramente o Espírito descortina o futuro. 


a) — Os Espíritos que alcançaram a perfeição absoluta
têm conhecimento completo do futuro?

“Completo não se pode dizer, por isso que só Deus é soberano Senhor e ninguém o pode igualar.”


Os fundamentos que a física nos dá para estes processos, para estes fenômenos, dos Espíritos poderem ver o passado ou o futuro, de alguma forma e mais ou menos de acordo com o seu grau evolutivo, encontramos de novo na Teoria da Relatividade, pois quando Einstein estudou a simultaneidade e estabeleceu o princípio da simultaneidade, ele ficou chocado com o que ele descobriu, ou seja, ele viu que observadores em referenciais diferentes percebem a realidade, os eventos, de forma diferentes. Para um observador A, o evento já ocorreu, faz parte do passado; para um observador B, o mesmo evento está ocorrendo, acontecendo, faz parte do presente; e para um observador C o mesmo evento, visto de formas diferentes, percebido de formas diferentes, em tempos diferentes, pelos observadores A E B, será ainda visto, não foi então ainda visto, fazendo parte do futuro.  Einstein começou a questionar então se A REALIDADE existia, pois se observadores diferentes viam coisas diferentes então a REALIDADE de fato existiria? Ou seria ela a criação da mente de cada observador, ou seja, ela existiria somente na mente do observador, e cada um a veria na sua mente de uma forma particular? 

Einstein respondeu a isso dizendo que PASSADO, PRESENTE E FUTURO, são REAIS E COEXISTEM. 

E é exatamente este entendimento do Einstein que pode ser uma das explicações possíveis que nos permitem ver que não é nenhum absurdo os Espíritos nos dizerem que quando vêem o passado e o futuro, eles os vêem como se fossem o presente, ou seja, que eles de certa forma podem de fato ver tanto o passado como o futuro, que de acordo com Einstein são reais e coexistem (além também do fato deles poderem ver o passado chamando-o, recordando-o, na memória, a qual fica menos limitada e bloqueada no Mundo Espiritual. Lembramos também que de acordo com o Princípio da Conservação da Informação, da física, nenhuma INFORMAÇÃO é perdida no universo. Especulando sobre isso, e tentando estabelecer alguma relação possível entre a nossa capacidade de recordar e de memória e esse princípio da conservação da informação, podemos concluir, pelo menos como possibilidade, que nenhuma de nossas memórias e experiências passadas será perdida, será esquecida. Também lembramos aqui que outra forma dos Espíritos verem o futuro pode ser através de análises, simulações, e fazendo projeções, inclusive usando matemática e matemática estatística para fazerem as projeções, e suas previsões futuras estarão mais corretas, estarão mais próximas da verdade, estarão mais de acordo com o que o futuro revelará, nos trará, quanto mais evoluído for o Espírito. Ainda outra forma dos Espíritos verem o futuro se dá quando DEUS o revela para eles de alguma outra forma que nós ainda não conhecemos).

Se Allan Kardec estivesse inventando tudo o que está no Livro dos Espíritos, se ele estivesse mentindo ao dizer que o Livro dos Espíritos traz conceitos revelados pelos Espíritos quando na verdade tudo seria uma farsa inventada e urdida por ele, vocês não concordariam que o mais lógico e recomendado pelo bom senso, pela inteligência, caso de fato Kardec estivesse mentindo e inventando tudo, seria talvez  Kardec se respaldar e se fundamentar nos conceitos científicos da física da época? E como eram os conceitos de tempo da física clássica Newtoniana?  Para a física clássica, Newtoniana, o tempo era absoluto e passava da mesma forma para qualquer observador, mesmo eles estando em referenciais diferentes, ou seja, eles veriam o tempo passar da mesma forma mesmo estando em referenciais diferentes. Este conceito de tempo não fundamentaria cientificamente as respostas que vimos os Espíritos nos darem em relação a como eles percebem de forma diferente o tempo, vendo inclusive o passado e o futuro como se fossem o presente.

Allan Kardec não se fundamentou nos conhecimentos da física do século XIX, o que talvez ele faria se fosse inventar algo dizendo que vinha dos Espíritos. Possivelmente se ele fosse inventar algo, para fundamentar a sua mentira, a sua invenção, para torna-la mais crível, ele usaria os conceitos da física de sua época para dar mais fundamentação para a sua invenção. Mas ele usou conceitos de tempo, conceitos de física, que não existiam na sua época, que a física da época ainda não conhecia e que só chegariam para a humanidade através das Teorias da Relatividade Especial (Restrita) e Geral, que foram descobertas por Einstein em 1905 e em 1915, respectivamente. O conceito de tempo da época era o Newtoniano, para o qual o tempo era absoluto, era o mesmo para tudo e para todos independentemente se estivessem em referenciais diferentes.

Não é a primeira vez que Kardec antecipa conceitos e descobertas científicas. Em 1857, ele lançou o Livro dos Espíritos onde os Espíritos nos mostravam que os seres, que os Espíritos, evoluíam, passando por experiências encarnatórias em vários tipos de corpos, pertencentes aos vários reinos, processo que crescia em complexidade à medida que o Espírito evoluía e portanto necessitava de corpos, que na verdade são máquinas, cada vez mais complexos, cada vez mais evoluídos, para que pudessem proporcionar ao Espírito toda a experiência necessária para a sua evolução, naquele momento. Charles Darwin só lançou o seu livro sobre a Teoria da Evolução dois anos depois do lançamento do Livro dos Espíritos, em 1859, sendo que dizem que no ano anterior ao lançamento, 1858, um ano depois de Kardec lançar o Livro dos Espíritos, só três pessoas sabiam o que Darwin iria publicar. Então Kardec nos trouxe através do Livro dos Espíritos, através da revelação dos Espíritos, o conceito de EVOLUÇÃO do ser, com dois anos de antecedência em relação ao apresentado por Charles Darwin.


Chamo a atenção também para essa observação feita por Kardec na questão 240, que é:
"Os Espíritos vivem fora do tempo como o compreendemos. A duração, para eles, deixa, por assim dizer, de existir. Os séculos, para nós tão longos, não passam, aos olhos deles, de instantes que se movem na eternidade, do mesmo modo que os relevos do solo se apagam e desaparecem para quem se eleva no espaço."
 Isso nos leva a pensar e a concluir que Jesus Cristo, o Espírito responsável pelo processo evolutivo de todos os seres da Terra , e pelo sistema como um todo, desde a formação da Terra que se deu em torno de 4,5 bilhões de anos atrás, possivelmente não percebeu a passagem desses 4,5 bilhões de anos como nós os percebemos, ou seja possivelmente Ele não percebeu estes anos passarem tão devagar quanto nos pareceu passar e ainda parece passar para nós, mas certamente, Ele os viu passar num piscar de olhos. Não temos uma ideia completa de como um Espírito como Esse percebe o tempo, percebe o fenômeno relativo que entendemos como tempo, em que tipo de Realidade Ele vive, Ele existe, e se de fato Ele está subordinado a algum tipo de tempo. Alguns físicos, por exemplo, dizem que o fóton; como viaja na velocidade máxima permitida para um objeto físico no nosso universo de acordo com a Teoria da Relatividade Especial; vive no ETERNO PRESENTE, pois o tempo não passa para ele, então ele vive no eterno presente, vive na eternidade. Não é um conceito que nos remete ao DIVINO, o conceito de eternidade, e o fóton é luz, é partículas de luz, e muitas vezes atribuímos a luz a Deus, sendo Deus a fonte e a origem de toda Luz que existe, de todas as Energias  que existem, e a luz é uma das formas da Energia se apresentar, de se expressar.


Dauro Mendes


quinta-feira, 30 de maio de 2013

A MORTE DE DIMAS E A POSSÍVEL DESCOBERTA DE QUEM ELE FOI QUANDO ENCARNADO AQUI NA TERRA. MAIS EVIDÊNCIAS DA VERACIDADE DA MEDIUNIDADE DE CHICO XAVIER?




No vídeo abaixo veremos uma representação artística do que seria o desencarne de um médium, chamado Dimas, descrito pelo espírito de André Luiz no livro "Obreiros da Vida Eterna", psicografado por Chico Xavier.

Angélica da Costa Maia, no seu artigo intitulado "Companheiro Libertado", cujas páginas reproduzimos logo abaixo do vídeo, nos traz, segundo ela, a descoberta e a revelação de quem era o Dimas quando encarnado aqui na Terra, em sua última experiência terrena, confirmando, repito, segundo ela, o que o espírito de André Luiz narra e descreve em seu livro. Seria mais uma prova da veracidade da mediunidade de Chico Xavier? 










  



  








Dauro Mendes     














sexta-feira, 24 de maio de 2013

EM 1927 A MECÂNICA QUÂNTICA É RECONHECIDA PELA CIÊNCIA COMO TEORIA VITORIOSA E TAMBÉM EM 1927 COMEÇA OFICIALMENTE OS TRABALHOS MEDIÚNICOS DE CHICO XAVIER. POR QUE RELACIONARMOS ESTES DOIS EVENTOS IMPORTANTÍSSIMOS QUE OCORRERAM NO MESMO ANO?



 Será "coincidência" a mecânica quântica ter sido apresentada como teoria vitoriosa ao mundo em 1927, na conferência de Solvay, e também em 1927 ser apresentado ao mundo o segundo maior fenômeno mediúnico de todos os tempos, depois naturalmente do Cristo, segundo maior fenômeno que foi a mediunidade de Chico Xavier? Por que estou relacionando os dois eventos que ocorreram na mesma data? Porque a Mecânica Quântica é uma ferramenta fundamental para nos ajudar a entender, compreender, e a fundamentar como possível, muitas coisas que o espírito de André Luiz, de Emmanuel, e os espíritos que trabalharam com Kardec, nos disseram. Também porque a MECÂNICA QUÂNTICA é a principal teoria científica que nos dá a fundamentação para admitirmos, pelo menos como possibilidade, a existência de fenômenos ABSOLUTAMENTE "MÁGICOS" E ASSOMBROSOS, impressionantes, ocorrendo no nosso universo, e quem sabe também fora dele, nos convencendo que de fato "HÁ MUITO MAIS ENTRE O CÉU E A TERRA DO QUE SUPÕE NOSSA VÃ FILOSOFIA" como bem disse William Shakespeare, famoso dramaturgo e poeta inglês.

Como poderia ser diferente, se a Mecânica Quântica ao descobrir e explicar o que é a REALIDADE FÍSICA, o que é a NATUREZA, claro que dentro do possível, nos REVELOU a existência de fenômenos absolutamente ASSOMBROSOS e "MÁGICOS", existindo e ocorrendo no nosso universo, que fazem parte do funcionamento do nosso Universo, da nossa Realidade Física? Se esses fenômenos assombrosos descritos e descobertos pela Mecânica Quântica existem, fazem parte do nosso Universo, por que não poderiam existir os fenômenos relacionados à Realidade Espiritual, relacionados ao Mundo Espiritual? Eles não poderiam existir porque são fantásticos demais, assombrosos demais, "mágicos" demais? Mas os fenômenos descobertos e revelados pela Mecânica Quântica também não o são, e no entanto eles não existem, são reais, não acontecem de fato no nosso Universo? Sim, eles existem, são reais e acontecem de fato no nosso Universo. Por que podemos acreditar na existência de um e não acreditar na existência do outro, sendo que todos os dois tipos de fenômenos, os revelados pela Mecânica Quântica e os atribuídos ao Mundo Espiritual, são IGUALMENTE "MÁGICOS", ESPETACULARES, E ABSOLUTAMENTE ASSOMBROSOS? Se constatamos que um deles existe, no caso os fenômenos revelados pela Mecânica Quântica, a lógica nos impõe que não seja absurdo admitirmos a real possibilidade da existência do outro, que são os fenômenos relacionados à Realidade Espiritual, relacionados ao Mundo Espiritual.
 
O surgimento da Mecânica Quântica foi tão importante para tudo, inclusive para a religião, que levou o grande físico Sir Arthur Eddington a dizer o seguinte: "Talvez se diga que a conclusão a ser extraída a partir dos argumentos da ciência moderna é que a religião tornou-se primeiramente possível para um cientista sensato POR VOLTA DO ANO DE 1927". Ele disse isso porque entendeu, e enxergou, perfeitamente a gigantesca importância da Mecânica Quântica para fundamentar a CRENÇA ESPIRITUAL.


Dauro Mendes

quarta-feira, 22 de maio de 2013

"Há 2.000 anos" - Marco Paulo Di Spirito faz incursões históricas no primeiro romance ditado por Emmanuel


Marco Paulo Di Spirito, nos apresenta o começo de suas pesquisas que fundamentam, do ponto de vista histórico, determinadas passagens históricas que Emmanuel nos relata no livro "Há Dois Mil Anos", psicografado por Chico Xavier.

Amigos, em breve teremos DOIS episódios do Podsaber com o Marco Paulo sobre este tema. As páginas abaixo fazem parte de uma publicação da FEB, Revista Lei Divina, essa é a revista digital do Núcleo de Estudo e Pesquisa do Evangelho, dirigida pelo nosso amigo Haroldo Dutra Dias.

A revista poderá ser lida em sua integra no endereço: www.revista.febnet.org.br
















































Revista Lei Divina #1 | Maio | 2013 | p. 37-57 | In: www.revista.febnet.org.br 17/05/2013

sábado, 11 de maio de 2013

ESTARÃO CHEGANDO JÁ, ATRAVÉS DAS DESCOBERTAS DA CIÊNCIA, OS APARELHOS QUE PODERÃO LER OS NOSSOS PENSAMENTOS E SONHOS?



Se estas descobertas que relatamos abaixo se confirmarem, estaremos vendo mais uma vez a fundamentação para o que o espírito de André Luiz, através da psicografia de Chico Xavier, nos disse, nos trouxe, como informação, nos livros "Os Mensageiros", Missionários da Luz", "Nos Domínios da Mediunidade", entre outros, de que existiriam no Plano Espiritual aparelhos utilizados pelos espíritos socorristas nos seus trabalhos, que leriam o
pensamento e o estado mental, vibracional, dos espíritos que estavam sendo ajudados, sendo que alguns aparelhos, por exemplo, conseguiriam projetar o pensamento do espírito em uma tela (tipo um vídeo) para que os socorristas vissem o que se passava realmente com ele no interior de sua MENTE, que é a fonte de toda a realidade, para a partir daí ministrarem o mais adequado tratamento para ele, naquele momento. Outro aparelho relatado é o PSICOSCÓPIO, que, dentre várias coisas, é usado também para ver o estado vibracional do espírito, a sua real condição espiritual, que se reflete e se traduz nas vibrações que o espírito produz, gera, o que ajuda os espíritos socorristas, que trabalham auxiliando os outros, a identificarem a real situação espiritual daquele ser que será ajudado.

Muitas vezes achamos esquisito e curioso os espíritos terem que usar aparelhos, algumas vezes, em alguns de seus trabalhos. A imagem que muitos têm é que o mundo espiritual seria uma "abstração" e os espíritos não precisariam mais de se utilizarem de "coisas materiais". Eles lançariam mão de "milagres" e de verdadeiras "mágicas". Quem pensa assim se esquece que Deus não nos dá nada sem que nos esforcemos e trabalhemos muito para merecer. Os nossos reais poderes e assombrosas capacidades espirituais serão conquistados através de muito trabalho, através de muito estudo, e através do nosso mérito próprio, é a meritocracia, eles virão no tempo certo . Tudo tem de ser conquistado e merecido. Sendo assim, para que servem os aparelhos, porque nós nos utilizamos deles, lançamos mão deles? Eles servem para intermediarem, permitirem, facilitarem, os trabalhos, os  processos, e as ações, específicas, que precisamos realizar e que ainda, devido às nossas várias limitações físicas e às de toda ordem, não conseguimos fazer sem usarmos instrumentos, aparelhos, equipamentos, que intermediam e que nos permitam realizar os trabalhos, processos e ações necessárias. O espírito na medida que evolui, ele vai conquistando cada vez mais os seus poderes e capacidades espirituais, mentais, e passa a não precisar, cada vez mais, dos aparelhos, instrumentos, equipamentos, que como dissemos são dispositivos de intermediação que permitem ao espírito realizar determinados processos e ações físicas específicas. Sua MENTE passa a ser o grande instrumento que realiza ações físicas no Multiverso, instrumento que constrói de fato realidades físicas, a mente sendo o instrumento que tudo faz e que tudo pode fazer, claro que dentro dos limites impostos e das reais condições espirituais daquele espírito, sendo permitido poderes e capacidades diferenciados cada vez maiores, e que ao que tudo indica esses poderes e capacidades crescem em direção ao infinito, de acordo com o grau evolutivo de cada ser. Allan Kardec em A Gênese, no capítulo que trata sobre os fluidos, diz que a MENTE é para o espírito o que a mão é para o homem encarnado, ou seja, ela produz ações físicas, inclusive mecânicas, na realidade exterior ao espírito. Freeman Dyson, um dos maiores físicos da segunda geração de físicos quânticos, disse que a MENTE dominar a matéria é UM PRINCÍPIO UNIVERSAL.

Começamos usando aparelhos para intermediar as ações e os processos, depois evoluiremos para a telepatia, para a telecinesia, e para outras coisas mais, para, por exemplo, o uso de processos
telepáticos, com a qual uma mente interage diretamente com a outra mente, capta, sente, percebe, os padrões mentais gerados pela outra mente Como já dissemos em ocasiões anteriores, as descobertas da Mecânica Quântica nos ajudam a admitir a POSSIBILIDADE da telepatia ser um fenômeno verdadeiro ao nos mostrar que talvez, tudo na verdade faça parte de UM ÚNICO TODO instantaneamente interconectado com tudo, e então uma mente não estaria na verdade separada das outras mentes. Erwin Schroedinger, prêmio Nobel de física e um dos criadores da Mecânica Quântica, disse que a multiplicidade das mentes é uma ilusão e que em verdade, o que existia era apenas UMA SÓ E ÚNICA MENTE. O espaço, como um elemento separador de coisas, de elementos de realidade, passa a ser uma ilusão, um fenômeno de segunda ordem, secundário, gerado para as nossas necessidades temporárias.

A superposição de possíveis estados de realidade. implica na constituição de um sistema único caracterizado pela superposição de vários estados possíveis; a Não Localidade no, e do, Universo que nos mostra que possivelmente tudo esteja instantaneamente interconectado, interligado, com tudo, o salto quântico que o elétron dá instantaneamente de um nível de energia para o outro, no interior do átomo, sem atravessar a região do espaço que separa os níveis de energias diferentes, nos sugerem que o espaço na verdade é um efeito ilusório de segunda ordem, secundário, como também possa ser o tempo, criado e gerado para as nossas necessidades evolutivas do momento, o que nos leva a concluir, pelo menos como possibilidade, que tudo faz parte de um único todo instantaneamente interconectado com tudo. (Para ver mais sobre a fundamentação disto, acesse a publicação que fizemos no Portalsaber intitulada "O CONDENSADO DE BOSE-EINSTEIN NOS AJUDA A FUNDAMENTAR A UNICIDADE, A TOTALIDADE NO, E DO, UNIVERSO? UNICIDADE E TOTALIDADE NO, E DO, UNIVERSO NOS SUGEREM A EXISTÊNCIA DE DEUS?

Albert Einstein falou que se a Não Localidade (que implica em ação instantânea a distância, não importando de fato o tamanho desta distância, ação que ele chamou de AÇÃO FANTASMAGÓRICA) no, e do, Universo; uma das principais descobertas realizadas pela Mecânica Quântica não só pelas suas consequências no que diz respeito ao entendimento possível da realidade física, ao entendimento da natureza, às aplicações decorrentes desta descoberta em outros trabalhos de pesquisa na física pura e na aplicada, como também pelas consequências filosóficas e metafísicas importantíssimas que decorrem desta descoberta da Não Localidade no, e do, nosso Universo; Einstein falou que se a Não Localidade fosse uma verdade, e para a nossa felicidade tudo até agora indica que seja, a TELEPATIA seria uma REALIDADE, uma verdade, também. Então, segundo Einstein, a TELAPATIA é uma Realidade.

Vejam abaixo que interessante essas notícias, nos textos e no vídeo que estamos disponibilizando. Geraldo Lemos nos disse que certa vez o Chico Xavier lhe falou que a ciência praticada em colônias espirituais como Nosso Lar, está em torno de 100 anos na frente da ciência que praticamos do lado de cá da realidade. Fazendo-se rapidamente pequenos cálculos, vemos que a série de livros que descrevem os trabalhos, processos, e a vida no Plano Espiritual, bem como suas consequências morais, psicografados pelo espírito de André Luiz através do Chico  Xavier, datam da década de 50 do século XX, o que em relação aos dias de hoje dá uma diferença de aproximadamente 60 anos para que um tipo de instrumento utilizado por espíritos, que ainda precisavam eventualmente utiliza-los naquela época, comecem a chegar aqui para nós. Deus não dá asas às cobras.

Se estas descobertas forem verdadeiras e se confirmarem, isto será SENSACIONAL. O vídeo mostra a pesquisa realizada em uma das mais importantes universidades americana, que é a Universidade da Califórnia, Campus de Berkeley, onde um aparelho lê a mente do gato e reproduz o que ele está vendo. Este vídeo foi achado pelo nosso amigo Cristiano Miranda. Em um dos textos vemos que a pesquisa foi publicada pela Nature, que uma é das mais importantes revistas de publicações científicas do mundo.

O vídeo apresenta a importantíssima pesquisa, realizada na Universidade da Califórnia, onde aparelhos "leem" o que a mente de um gato está enxergando, é sensacional.



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Anuário espírita 2010 (pgs 114 e 115, Editora IDE)


PENSAMENTO E MATÉRIA

“O progresso tecnológico constatará cientificamente a vida espiritual"

(Boletim SEI, Rio, RJ, 8/11/2008.)

Cientistas americanos desenvolveram uma técnica capaz de identificar as imagens vistas por uma pessoa.
Para esse feito, os pesquisadores da Universidade da Califórnia criaram um programa que analisa imagens por ressonância magnética captadas do córtex no instante em que as pessoas analisadas olhavam para uma série delas. Nos testes realizados pelos cientistas, o programa identificou nove em cada dez imagens.

A nova técnica, segundo os estudiosos, abre caminho para a criação de um aparelho que eventualmente seja capaz de fazer a leitura da memória ou dos sonhos ao reconstruir as impressões visuais. “Em breve talvez sejamos capazes de reconstruir a imagem de uma experiência visual apenas ao observar a atividade do cérebro. Imagine um aparelho que faz leituras do pensamento, capaz de reconstruir a imagem da experiência visual de uma pessoa em qualquer momento” – disse Jack Gallant, que chefiou o estudo. 

Embora otimistas, os cientistas ressaltam que, por enquanto, a técnica só pode ser usada em imagens estáticas já que os aparelhos de ressonância magnética conseguem fazer apenas uma leitura a cada três ou quatro segundos, o que impossibilita a decodificação da atividade cerebral no caso de imagens em movimento.

A descoberta foi divulgada em março pela revista científica Nature, conforme a reportagem “Cientistas criam técnica que lê imagens captadas pela mente”, publicada naquele mês pela BBC Brasil. 

*

À medida que progride tecnologicamente, o ser humano vai mais e mais se encaminhando para a constatação científica da vida espiritual. E o estudo do pensamento, certamente, muito contribuirá nesse sentido. Adiantandose, contudo, a muitas descobertas humanas, a Doutrina Espírita tem trazido à Terra, há mais de 150 anos, notícias que valem ser observadas mais atentamente. É o caso das narrativas de André Luiz, que mostra, por exemplo, em seu livro Mecanismos da mediunidade,psicografado por Chico Xavier e Waldo Vieira, como o pensamento produzido no mundo físico repercute na realidade espiritual.

“Como alicerce vivo de todas as realizações nos planos físico e extra físico, encontramos o pensamento por agente essencial. Entretanto, ele ainda é matéria,a matéria mental, em que as leis de formação das cargas magnéticas ou dos sistemas atômicos prevalecem sob novo sentido, compondo o maravilhoso mar
de energia sutil em que todos nos achamos submersos e no qual surpreendemos elementos que transcendem o sistema periódico dos elementos químicos conhecidos no mundo” – afirma o benfeitor espiritual no capítulo “Matéria mental”, onde também explica como os pensamentos da criatura determinam a sua condição vibratória, imprimindo no seu halo vital ou aura não só uma frequência determinada mas cor peculiar.

André Luiz, no capítulo 2 do livro Nos domínios da mediunidade,psicografado por Chico, fala ainda sobre um aparelho do plano espiritual denominado psicoscópio, através do qual os Espíritos conseguem identificar, sem acurada concentração mental, as vibrações dos encarnados e observar-lhes a matéria. Vale destacar também neste capítulo as palavras ditas a André Luiz pelo instrutor espiritual Áulus, que lhe apresentou o psicoscópio: “O estudo da mediunidade repousa nos alicerces da mente com o seu prodigioso campo de radiações. A ciência dos raios imprimirá, em breve, grande renovação aos setores culturais do mundo. Aguardemos o porvir”.






ILUSTRADO POR HENRIQUE LISBOA




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