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sábado, 2 de novembro de 2013

Em homenagem às pessoas que muito amamos e que já retornaram para a PÁTRIA ESPIRITUAL!



                                                      ANTE OS QUE PARTIRAM


Nenhum sofrimento, na Terra, será talvez comparável ao daquele coração que se debruça sobre outro coração regelado e querido que o ataúde transporta para o grande silêncio.

Ver a névoa da morte estampar-se, inexorável, na fisionomia dos que mais amamos, e cerrar-lhes os olhos no adeus indescritível, é como despedaçar a própria alma e prosseguir vivendo.

Digam aqueles que já estreitaram de encontro ao peito um filhinho transfigurado em anjo da agonia; um esposo que se despede, procurando debalde mover os lábios mudos; uma companheira cujas mãos consagradas à ternura pendem extintas; um amigo que tomba desfalecente para não mais se erguer, ou um semblante materno acostumado a abençoar, e que nada mais consegue exprimir senão a dor da extrema separação, através da última lágrima.

Falem aqueles que, um dia, se inclinaram, esmagados de solidão, à frente de um túmulo; os que se rojaram em prece nas cinzas que recobrem a derradeira recordação dos entes inesquecíveis; os que caíram, varados de saudade, carregando no seio o esquife dos próprios sonhos; os que tatearam, gemendo, a lousa imóvel, e os que soluçaram de angústia, no ádito dos próprios pensamentos, perguntando, em vão, pela presença dos que partiram.

Todavia, quando semelhante provação te bata à porta, reprime o desespero e dilui a corrente da mágoa na fonte viva da oração, porque os chamados mortos são apenas ausentes e as gotas de teu pranto lhes fustigam a alma como chuva de fel.

Também eles pensam e lutam, sentem a choram.

Atravessam a faixa do sepulcro como quem se desvencilha da noite, mas, na madrugada do novo dia, inquietam-se pelos que ficaram... Ouvem-lhes os gritos e as súplicas, na onda mental que rompe a barreira da grande sombra e tremem cada vez que os laços afetivos da retaguarda se rendem à inconformação ou se voltam para o suicídio.

Lamentam-se quanto aos erros praticados e trabalham, com afinco, na regeneração que lhes diz respeito.

Estimulam-te à prática do bem, partilhando-te as dores e as alegrias.

Rejubilam-se com as tuas vitórias no mundo interior e consolam-te nas horas amargas para que te não percas no frio do desencanto.

Tranqüiliza, desse modo, os companheiros que demandam o Além, suportando corajosamente a despedida temporária, e honra-lhes a memória, abraçando com nobreza os deveres que te legaram.

Recorda que, em futuro mais próximo que imaginas, respirarás entre eles, comungando-lhes as necessidades e os problemas, porquanto terminarás também a própria viagem no mar das provas redentoras.

E, vencendo para sempre o terror da morte, não nos será lícito esquecer que Jesus, o nosso Divino Mestre e Herói do Túmulo Vazio, nasceu em noite escura, viveu entre os infortúnios da Terra e expirou na cruz, em tarde pardacenta, sobre o monte empedrado, mas ressuscitou aos cânticos da manhã, no fulgor de um jardim.

Do livro Religião dos Espíritos - Emmanuel


Dauro Mendes

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

PodSaber #12 - Sentimentos

portalsaber

Descubra neste PodSaber porque os sentimentos merecem atenção especial. Veja o tanto que eles influênciam nossas tomadas de decisões e quem nós somos. Aprenda que Pedro Neves é um grande exemplo de como aprender a prestar atenção em nossos sentimentos. Alcione, Emmanuel, Paulo e muitos outros grandes Corações passaram por aqui. Seja Bem Vindo!



FICHA TÉCNICA

Técnico de Gravação: Henrique Lisboa
Design:Thiago Panegassi
Edição: Luis Sérgio Marotta
Webmaster: Marco Gandra / Henrique
Lisboa Participantes: Marco Gandra, Dauro Mendes, Guilherme de Barros, Geraldo Lemos Neto, Henrique Lisboa, Luis Sérgio Marotta, , Denis Perdigão, Livia Dias, Silvana Saldanha.
Músicas:
Falar a verdade - Cidade Negra;





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Trecho da pergunta 255 do livro O Consolador, psicografado por Chico Xavier, pelo Espírito Emmanuel:
(...) Urge, contudo, que os espiritistas sinceros, esclarecidos no  Evangelho, procurem compreender  a feição educativa dos postulados doutrinários, reconhecendo que o trabalho imediato dos tempos modernos é o da iluminação interior do homem, melhorando­se­lhe os valores do coração e da consciência. (...)


SENTIMENTO E RAZÃO
Emmanuel ( do livro Coletânea do Além, psicografado por Chico Xavier )

Nos círculos espiritistas, muito se tem falado de uma fé raciocinada, mas poucas vezes de uma razão iluminada.

Se é certo que o sentimento sem a fiscalização do raciocínio pode conduzir ao absurdo, o raciocínio sem o sentimento pó de conduzir ao absurdo mais lamentável. O cérebro e o coração não podem viver separados na tarefa construtiva. Sem a perfeita harmonia de ambos todo trabalho edificante torna-se impossível. O primeiro sem o segundo fez o veneno ideológico da negação, com as suas nefastas conseqüências; o segundo sem o primeiro descansou nos domínios da fantasia e da extravagância dogmática.

Estabelecendo o labor da análise, o Espiritismo se propõe reajustar o sentimento, mas, em hipótese alguma, pó de prescindir de sua cooperação.

A razão calcula, cataloga, compara, analisa.

O sentimento cria, edifica, alimenta, ilumina.

A primeira é o homem que termina laboriosa etapa evolutiva. O segundo é o anjo que começa, nas suas manifestações iniciais, a caminho da espiritualidade pura.

A razão é o caminho humano. O sentimento é a luz divina. Por esse motivo todos os investigadores da verdade transcendente que percorram a estrada da experimentação, sem a fé, marcham às escuras e, não raro, esbarram na solidão e no desespero supremos.

A ciência analítica, a filosofia especulativa podem fazer muito pelo Espiritismo, dentro de seus métodos experimentais, mas, sem a claridade religiosa, oriunda das ilações do campo doutrinário, estaria ele destinado a representar um papel tão humano e tão transitório, como o das mais notáveis filosofias que o precederam, abrindo as janelas douradas de seus castelos teóricos no mundo, acenando às almas com o jogo das palavras, mas passando... passando sempre, no curso do tempo, acabando mumificadas no sarcófago das bibliotecas esquecidas.

Os espiritistas sinceros devem saber que a ciência e a filosofia do Planeta são um conjunto de verdades provisórias. Suas equações variam de cérebro a cérebro, como de escola para escola. Sem estabilidade no tempo, ambas acompanham os vôos do sentimento, de quando em quando aceso pela fagulha do gênio, que despreza a rotina e o convencionalismo, para iluminar a estrada do futuro infinito. Só o sentimento é bastante grande para elevar-se da esfera comum, quebrando as fórmulas rasteiras.

O por essa causa justa que o espiritista cristão, invocando o raciocínio, em todos os instantes da vida nao deve esquecer sua iluminação própria na fé, de sua elevação sentimental, de sua riqueza interior, em suma, de seu aperfeiçoamento individual, na lei do esforço próprio. E é ainda por isso que todos os trabalhadores espirituais da grande causa centralizam os seus ensinamentos em Cristo Jesus, fundamento de toda a verdade sobre a Terra e Modelo Supremo de todas as criaturas humanas, em face de sua necessidade imediata de renovação interior.



Aplicativo para celular - Podcast Espírita




APP PODSABER

Amigos por gentileza testem a nova iniciativa do Portal Saber, um aplicativo para celular que permitirá ouvir o PODSABER.

Celulares/Tablets com Androd (direto na Google Play Store) use este link:


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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Palestra Formação da Mentalidade Cristã - Luis Sérgio Marotta - SaberTV


No dia 08/07/2013 fizemos uma transmissão pelo SaberTV da Palestra do Luis Sérgio Marotta sobre a Formação da Mentalidade Cristã. Assunto contido, entre outras obras, no livro Emmanuel, psicografado por Chico Xavier.

Abaixo disponibilizamos o áudio completo da palestra, que é de grande valor para todos aqueles que buscam entender razões para tantas obras no seio do cristianismo não terem solução de continuidade. Além disso, se você quer entender qual é o caminho possível para Ciência, Religião e Filosofia, é imprescindível que ouça essa palestra. Clique no link e faça o download.

DOWNLOAD
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Ouça também:


sábado, 1 de junho de 2013

O PENSAMENTO DO ESPÍRITO DE EMMANUEL (1)



Prezados amigos, estamos começando mais uma série de trabalhos onde procuraremos apresentar O MELHOR do pensamento do Cristo, do Emmanuel, do André Luiz, dos grandes cientistas, dos grandes filósofos, da codificação de Kardec. Todos podem colaborar com a construção desse trabalho nos enviando os melhores textos, frases e citações, referentes a eles, e indicando as fontes de referência. A colaboração de cada um será citada nominalmente nas publicações. Começaremos este trabalho então com a apresentação do pensamento do Emmanuel.





chico xavier - emmanuel
Livro Emmanuel
Vejam esta pergunta que foi feita ao Emmanuel, pergunta que está no livro  "EMMANUEL" psicografado pelo Chico Xavier em 1938, na página 171, terceiro parágrafo:
  
Pergunta: Todos nós temos consciência dos princípios de unidade e variação, ou de universalidade e individualidade, que funcionam juntos em nosso mundo. Onde se encontra o ponto de interação, ou lugar de reunião desses dois termos opostos?

Resposta do Emmanuel:  Se temos aí consciência dos princípios de unidade e variação, ainda aqui os observamos, sem haver descoberto o seu ponto íntimo de união.
 Todavia, o princípio soberano de unidade absorve todas as variações, crendo nós que, sem perdermos a consciência individual no transcurso dos milênios, chegaremos a reunir-nos no GRANDE PRINCÍPIO DA UNIDADE, que é a PERFEIÇÃO. 


Esta resposta do Emmanuel nos faz concluir que tudo (e todos) faz parte de uma coisa só, que só existe UMA COISA SÓ, A ESSÊNCIA DIVINA, DEUS, e nós seríamos expressões, efeitos, variações, DESTA COISA ÚNICA. Não é à toa que os Espíritos nos falam que tudo que existe no mundo espiritual e no nosso mundo físico são transformações, apresentações variadas, expressões diversas, do FLUÍDO CÓSMICO UNIVERSAL, o HÁLITO DIVINO.


SOBRE O TEMPO E O ESPAÇO



Esta pergunta está na página 171 do mesmo livro citado acima.

Pergunta – O espaço e o tempo serão apenas formas viciosas do intelecto, ou terão uma expressão objetiva no esquema da realidade pura? E, neste último caso, quais serão as relações fundamentais entre espaço e tempo?

Resposta    No  esquema  das  realidades  eternas  e  absolutas,  tempo  e espaço não  têm expressões  objetivas;  se são propriamente formas viciosas do vosso intelecto, elas são precisas ao homem como expressões  de controle dos fenômenos da sua existência. As figuras, em cada plano de aperfeiçoamento da vida, são correspondentes à organização através da qual o Espírito se manifesta.



Quando Emmanuel diz que "No  esquema  das  realidades  eternas  e  absolutas,  tempo  e espaço não  têm expressões  objetivas", ele de certa forma está dizendo que tanto o espaço como o tempo são na verdade efeitos e fenômenos secundários e ilusórios mas necessários para o nosso momento e processo evolutivo. O que fundamenta esta possibilidade na física é o salto quântico que o elétron faz no interior do átomo onde ele instantaneamente salta de um nível de energia para o outro sem atravessar a região de espaço que separa os dois, o que nos faz questionar a realidade do espaço pois ele é um elemento separador que separa espacialmente uma coisa da outra e no caso o salto de um nível de energia atômico para outro se dá de forma instantânea o que nos faz questionar a realidade do espaço. Também a Não Localidade e o emaranhamento quântico são outras descobertas da Mecânica quântica que nos fazem questionar a realidade do espaço, pois a Não Localidade e o emaranhamento quântico nos mostram que, possivelmente, tudo faz parte de um único todo instantaneamente interconectado, interligado, com tudo. Instantaneidade implica em Totalidade sem real separação e novamente o conceito de espaço, como um elemento separador que separa as coisas, deixa de ser real, verdadeiro, deixa de ter sentido no caso, passando a ser somente um efeito "ilusório" de segunda ordem.


SOBRE O ESPÍRITO E  A MATÉRIA


Pergunta – Será licito considerar-se espírito e matéria como dois estados alotrópicos de um    elemento  primordial,  de  maneira  a  obter-se  a  conciliação  das  duas  escolas perpetuamente  em  luta,  dualista  e  monista,  chegando-se  a  uma  concepção  unitária  do Universo?


Resposta    É  licito  considerar-se  espírito  e  matéria  como  estados  diversos  de  UMA ESSÊNCIA  IMUTÁVEL,  chegando-se  dessa  forma  a  estabelecer  a  UNIDADE SUBSTANCIAL  do Universo.  Dentro, porém, desse monismo físico-psíquico, perfeitamente conciliável com a doutrina dualista, faz-se preciso considerar a matéria como o estado negativo e o espírito como  o  estado  positivo  dessa  SUBSTÂNCIA.  O  ponto  de  integração  dos  dois  elementos estreitamente  unidos  em  todos  os  planos  do  nosso  relativo  conhecimento,  ainda  não  o encontramos.
A  ciência  terrena,  no  estudo  das  vibrações,  chegará a conceber a  UNIDADE de todas as forças físicas e psíquicas do Universo. O homem, porém, terá sempre um limite nas suas investigações sobre a matéria e o movimento. Esse limite é determinado por leis sábias e justas, mas, cientificamente poderemos classificar esse estado inibitório como oriundo da estrutura do seu olho e da insuficiência das suas faculdades sensoriais.

Novamente aqui Emmanuel fala da UNIDADE, do UNO, a qual implica na TOTALIDADE, na UNICIDADE.

(A Ciência já está chegando aos poucos a conceber a UNIDADE de todas as forças físicas, processo que se aprofundou com os estudos de Einstein relacionados à Teoria do Campo Unificado e se expressa mais fortemente nas atuais GUTs, teorias que buscam unificar as forças, e nas outras teorias de Simetrias e de Unificações).



Trazemos também, para completar a nossa reflexão, um pedaço do importante prefácio que Emmanuel escreveu no livro “Nos Domínios da Mediunidade,” psicografado pelo espírito André Luiz através do médium Chico Xavier:

“Químicos e físicos, geômetras e matemáticos, erguidos à condição de investigadores da verdade, são hoje, sem o desejarem, sacerdotes do Espírito, porque, como conseqüência de seus porfiados estudos, o materialismo e o ateísmo serão compelidos a desaparecer, por falta de matéria, a base que lhes assegurava as especulações negativistas. (faço aqui a observação que o que o Emmanuel quis dizer com por falta de matéria, é que a física moderna "desmaterializou" a matéria, que hoje é entendida como uma quase total abstração, como uma "imaterialidade").

Os laboratórios são templos em que a inteligência é concitada ao serviço de Deus, e, ainda mesmo quando a cerebração se perverte, transitoriamente subornada pela hegemonia política, geradora de guerras, o progresso da Ciência, como conquista divina, permanece na exaltação do bem, rumo a glorioso porvir.

O futuro pertence ao Espírito!

Semelhantes verdades não permanecerão semi-ocultas em 
nossos santuários de fé. Irradiar-se-ão dos templos da Ciência 
como equações matemáticas. 

Todavia, o que destacamos por mais alto em suas páginas é a 
necessidade do Cristo no coração e na consciência, para que não 
estejamos desorientados ao toque dos fenômenos. 

Sem noção de responsabilidade, sem devoção à prática do 
bem, sem amor ao estudo e sem esforço perseverante em nosso 
próprio burilamento moral, é impraticável a peregrinação libertadora para os Cimos da Vida." 


Relembramos aqui a sempre inteligente, profunda e ponderada reflexão de Emmanuel

- Pergunta feita ao Emmanuel:

Apresentando o Espiritismo, na sua feição de Consolador prometido pelo Cristo, três aspectos diferentes: científico, filosófico, religioso, qual desses o maior?

-Resposta do Emmanuel:

“Podemos tomar o Espiritismo, simbolizado desse modo, como um triângulo de forças espirituais. “A ciência e a Filosofia vinculam à Terra essa figura simbólica, porém, a Religião é o ângulo divino que a liga ao céu. No seu aspecto científico e filosófico, a doutrina será sempre um campo nobre de investigações humanas, como outros movimentos coletivos, de natureza intelectual, que visam o aperfeiçoamento da Humanidade. No aspecto religioso, todavia, repousa a sua grandeza divina, por constituir a restauração do Evangelho de Jesus-Cristo, estabelecendo a renovação definitiva do homem, para a grandeza do seu imenso futuro espiritual”. ( Emmanuel, prefácio de “O Consolador”).


Compreendemos então a importância da ciência, como também da filosofia, como ferramentas para nos ajudarem no nosso processo de religação com Deus, na estruturação deste importante triângulo de forças, e vemos que a religião é a parte principal e mais importante deste processo, desta figura, e que tanto a ciência, como a filosofia, nos ajudam a compreender este processo e a caminharmos na direção dele de forma mais eficaz e efetiva, bem como a estruturá-lo. Emmanuel ainda diz:

“O Espiritismo – renascença do Espelho de Nosso Senhor Jesus Cristo – é uma Doutrina Racional, sem quistos dogmáticos que lhe deformem o corpo de revelações simples e puras, brilhando por luminoso caminho de aperfeiçoamento das almas e assimilando, sem resistência, todas as conquistas filosóficas e científicas da Humanidade”. ( Emmanuel, livro Chico Xavier Inédito, página 121).

“A Ciência – matriz do progresso – será sempre, no mundo, a interrogação vestida de luz, entesourando experiências, diante da verdade”. (EMMANUEL)

 "O Cristo não estabelece linhas divisórias entre o templo e a oficina. Toda a Terra é seu altar de oração e seu campo de trabalho, ao mesmo tempo. Por louvá-lo nas igrejas e menoscabá-lo nas ruas é que temos
naufragado mil vezes, por nossa própria culpa. Todos os lugares, portanto, podem ser consagrados ao serviço divino." (Emmanuel, no livro "Caminho, Verdade e Vida")  ( CONCLUÍMOS COM ESTE TEXTO
DO EMMANUEL, QUE NÃO HÁ SEPARAÇÃO NO TRABALHO DO CRISTO, TANTO A CIÊNCIA COMO A RELIGIÃO SÃO OFICINAS DO CRISTO E FAZEM PARTE DA SUA OBRA, SÃO FERRAMENTAS DE CONSTRUÇÃO DA SUA OBRA, FAZEM PARTE DO SERVIÇO DIVINO, NÃO HÁ SEPARAÇÃO VERDADEIRA ENTRE AS DUAS EM ÚLTIMA ANÁLISE) (esse pequeno texto, imediatamente acima é uma contribuição do colaborador Tales Argolo)


Dauro Mendes

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