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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

PodSaber Especial - Recordando Chico Xavier #3 - Jovem

O jovem de hoje é o homem de amanhã. Os tempos mudam e não podemos querer sujeitá-los ao nosso modelo. Qualquer coação paterna só poderá afastá-los de casa e da família, lançando-os a meios e companhias perigosos. A verdadeira educação é o equilíbrio entre o amor e a compreensão. A energia paterna e a disciplina filial brotam naturalmente entre essas duas margens, fluindo como as águas de uma fonte na paisagem da vida. 

Trecho do artigo publicado originalmente na coluna dominical "Chico Xavier pede licença"  do jornal Diário de S. Paulo, na década de 1970.


Ficha Técnica:

Técnico de Gravação: Henrique Lisboa
Design:Thiago Panegassi
Edição: Marco Gandra
Webmaster: Marco Gandra
Participantes: Marconi Gomes, Marco Gandra, Dauro Mendes, Guilherme de Barros, Geraldo Lemos Neto, Luis Sérgio Marotta,  Henrique Lisboa 

Músicas:

Chico Xavier - Fábio Jr
Falar a verdade - Cidade Negra
Hi-Lili, Hi-Lo - Dinah Shore
DOMINIQUE - GIANE
Background Music Instrumentals - relaxdaily - B-Sides N°1 - http://www.youtube.com/watch?v=qycqF1CWcXg


Geraldo Lemos entrevistando Chico Xavier

Chico Xavier — O primeiro livro


Chico Xavier — O primeiro livroFrancisco Cândido Xavier (autor) Diversos (espíritos) Geraldo Lemos Neto e Sérgio Luiz Ferreira Gonçalves (organizadores)

Vinte anos antes de sua desencarnação, Chico Xavier revelou que sempre guardou no íntimo o desejo de publicar as belas produções mediúnicas que os amigos espirituais escreviam por seu intermédio, nos idos dos anos 20. Curiosamente, Chico confeccionava, com suas próprias mãos e com grande esforço, alguns exemplares com a finalidade de despertar os amigos para a possibilidade de um livro. Face à pobreza material com a qual vivia, ao médium restava a esperança de que algum desses amigos se interessasse pelo tema e, talvez, movimentasse os recursos necessários para uma publicação. De suas primeiras produções manuais, contendo, inclusive, a sua sensibilidade artística no desenho e na ilustração das mensagens, Chico conseguiu guardar durante toda a sua vida um único exemplar, que ao final de sua existência terrena entregou ao seu sobrinho-neto, Sérgio Luiz Ferreira Gonçalves, que no-lo apresentou para a devida divulgação. Esse é então, de fato e de direito, o primeiro livro de Chico Xavier, que a Vinha de Luz Editora da Casa de Chico Xavier de Pedro Leopoldo trouxe a lume com a maior alegria: a de presentear o amado amigo Chico com a edição de seu primeiro livro no ano de 2010, ano de seu centenário de nascimento.

Fonte: Editora Vinha de Luz (Clique aqui para comprar a obra diretamente na editora)







Reportagem da Rádio CBN, Jornal CBN BH, em 15/05/10, sobre o lançamento do livro "Chico Xavier - O primeiro livro".



Reportagem da Rádio Inconfidência, Via Mundo, 17/05/10. Entrevista com Geraldo Lemos Neto (escritor, organizador da obra).



Reportagem da Rádio Inconfidência, Jornal Integração, 17/05/10. Entrevista com Geraldo Lemos Neto (escritor, organizador da obra).



Reportagem da Rádio Inconfidência, Plugue, 17/05/10. Entrevista com Geraldo Lemos Neto (escritor, organizador da obra).



Chamada da Rádio Inconfidência, Bazar Maravilha, 17/05/10.



Reportagem da Rádio Inconfidência, Via Mundo, 21/05/10




Chico Xavier - Filme 2010



Inácio Bittencourt

 Nascido na freguesia da , em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores, emigrou jovem para o Brasil, onde aportou na cidade do Rio de Janeiro, sozinho e com escassos recursos.
Aos vinte anos de idade, sofrendo de uma doença e desesperançado, foi levado à presença de um médium chamado Cordeiro, residente na rua da Misericórdia (no centro do Rio de Janeiro), e, graças ao auxílio espiritual recebido, teve a sua saúde completamente restabelecida. Surpreendido com a rapidez da cura, retornou à presença do médium e inquiriu-o: "Não sendo o senhor médico, não indagando quais eram os meus padecimentos e não me tendo auscultado ou apalpado qualquer um dos órgãos, como pôde curar- me?" No que foi respondido: "Leia 'O Evangelho Segundo o Espiritismo' e 'O Livro dos Espíritos'. Medite bastante e neles encontrará a resposta para a sua indagação."
Assim o fez, tendo naturalmente se apresentado nele algumas faculdades mediúnicas. Dedicou-se assim à tarefa de divulgação evangélica e de assistência espiritual aos necessitados como médium receitista e curador, de tal modo que, aos trinta anos de idade destacava-se nos nos meios espíritas e fora deles. Chegou a ser convidado para ingressar na vida política, desde que aceitasse a indicação de seu nome para uma chapa de deputado, uma vez que era apoiado por vários senadores da República, o que declinou.
1 de maio de 1912 fundou o semanário de divulgação doutrinário "Aurora", que dirigiu durante mais de trinta anos.
Sob a sua presidência foi fundado em 1919 o Abrigo Tereza de Jesus, tradicional obra assistencial até hoje em funcionamento no Rio de Janeiro.
Fundou o Centro Cáritas, com Samuel Caldas e Viana de Carvalho, que presidiu até à data do seu falecimento. Tomou ainda parte ativa na fundação da União Espírita Suburbana e do "Asilo Legião do Bem", para idosas. Durante alguns anos exerceu também a Vice-Presidência da Federação Espírita Brasileira, presidiu o "Centro Humildade e Fé", onde nasceu a "Tribuna Espírita", também por ele dirigida durante alguns anos.
Como outros médiuns receitistas e curadores  também veio a sofrer perseguições, respondendo a vários processos sob a acusação do exercício ilegal da Medicina, sendo absolvido.
Destacou-se também como orador, recorrendo, na tribuna, para discorrer sobre os ensinamentos de Jesus Cristo, a ricas imagens, com as quais abrangia conceitos científico-filosóficos de grande profundidade.




Revista Reformador



Augusto Elias da Silva concretizou uma aspiração não somente sua, mas de muitos espíritas de sua época. Desde 1865 os espiritistas brasileiros sentiam a necessidade de propagar a Doutrina dos Espíritos por meio da imprensa. Naquela época o Espiritismo contava já com muitos adeptos, no Rio de Janeiro, na Bahia, em São Paulo e em outras províncias.


Em 1869 surgiu na Bahia o primeiro órgão da imprensa espírita brasileira, O Écho d”Além-Túmulo, fundado e dirigido por Luís Olímpio Teles de Menezes. Consideráveis tentativas haviam sido feitas também no Rio de Janeiro, com o objetivo de propagar a Doutrina por meio da imprensa. Prova disso foi a Revista Espírita, dirigida pelo Dr. Antônio da Silva Neto, vice-presidente do Grupo Confúcio, a qual teve vida efêmera, aparecendo em 1º de janeiro de 1875 e desaparecendo ao fim de seis meses. Outra tentativa foi a Revista da Sociedade Acadêmica Deus, Cristo e Caridade, que subsistiu de janeiro de 1881 a julho de 1882.


É nesse meio que o fotógrafo de profissão, Augusto Elias da Silva, idealiza, funda e faz circular o Reformador — Orgam Evolucionista, a serviço da Grande Causa.


“Abre caminho, saudando os homens do presente que também o foram do passado e ainda, hão de ser os do futuro, mais um batalhador da paz: o Reformador. Com essas palavras iniciais apresentava-se, em 21 de janeiro de 1883, o novo órgão da imprensa espírita.


Há muito Reformador se tornou o mais antigo periódico da imprensa espírita brasileira. Em todo o mundo, ocupa o quinto lugar em antiguidade.

Registram os Anais da Biblioteca Nacional (Vol, 85) ser o Reformador um dos quatro periódicos surgidos no Rio de Janeiro, de 1808 a 1889, que sobreviveram até os dias de hoje. São eles, pela ordem: Jornal do Commercio (1827); Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1839); Diário Oficial (1862); Reformador (1883). À exceção do Diário Oficial, Reformador é o único que jamais teve interrompido sua publicação.

Manuel Quintão

Nasceu na estação de Quirino, da antiga Estrada de Ferro União Valenciana, atual município de Valença (estado do Rio de Janeiro), filho de Antônio Gomes de Freitas Quintão, um imigranteportuguês, e de Maria Amélia Justiniano Quintão. Após o seu nascimento, a família mudou-se para a Corte, onde o pai se estabeleceu no comércio por atacado de secos e molhados. Sem sucesso, e tendo perdido a maior parte dos seus haveres, a família regressou ao interior da província, estabelecendo-se em Santa Isabel do Rio Preto, . Ali adquiriu o sítio "Sossego", dedicando-se à agricultura, também com dificuldades.
Na escola pública dessa localidade, Manuel Quintão fez o seu ensino primário, o único estudo formal que conheceu. Embora ambicionando ingressar no Colégio Naval para fazer carreira naMarinha do Brasil, as dificuldades da família - agravadas pela abolição da escravidão no Brasil em 1888 - fizeram com que, aos 14 anos de idade, o pai o enviasse para trabalhar a um tio, estabelecido no comércio de chapéus, em Belém do Pará. A saúde do jovem, com saudades do lar, ressentiu-se do clima equatorial, levando ao seu retorno ao Rio de Janeiro, seis meses depois. Uma vez mais Quintão cogitou ingressar no Colégio Naval, sonho que a Proclamação da República no Brasil, em 1889, liquidou de vez, principiando a trabalhar como "guarda-livros" no início de 1890.
Auto-didata, construiu vasta cultura humanística, sendo Émile ZolaErnst HaeckelErnest RenanGeorg BüchnerJean-Jacques RousseauVoltaire e Guerra Junqueiro os seus autores preferidos.
Com vinte anos de idade já era, além de guarda-livros, chefe de escritório. Quando o pai faleceu (1895), conheceu novas dificuldades, tendo que assumir os encargos da família.
Nesta época, iniciou os seus escritos, anônimamente, na imprensa, por intermédio de uma seção mantida por Artur Azevedo em O Paiz. Estimulado pela publicação, escreveu ainda em O Malho, a Revista da Semana e o Rio Nu.
Também por essa época, adoeceu gravemente, e, nas suas palavras "desenganado pela medicina oficial" e sem recursos financeiros, foi levado a recorrer à terapêutica mediúnico-espiritista. Ainda sobre a sua recuperação e adesão ao Espiritismo, recorda:
"A minha cura foi tão rápida quanto eficaz e maravilhosa, e o monista irredutível, já candidato ao suicídio, tornou-se espiritista confesso e professo…"
Por razões económicas e de saúde, mudou-se para Vassouras, onde no início do século XX, começou a assinar os seus artigos na imprensa. Nessa cidade desposou, em 1911, desempregado, Alzira Capute com quem veio a ter 11 filhos. Passou a colaborar no periódico fluminense O Município, onde recebeu elogios de personalidades como Quintino Bocaiúva e Nilo Peçanha. Acerca de sua produção nessa fase, recorda:
"Contudo, a idiossincrasia da política não me esmorecia o gosto dos problemas sociais e muitos dos que hoje aí se proclamam inadiáveis, quais o de artesanato, da policultura, dacolonização, do ruralismo, da viação, da marinha de guerra, podem ler-se, por mim versados em "O Município", antes que o fizera Alberto Torres. Não o digo senão para reiterar que o fazia sem plano preconcebido e sem estudos especializados, mas de jato e por ser médium, já então inconsciente. Nem a outra circunstância posso atribuir a minha lavra literária, na Doutrina e fora dela. Também por isso, imaginei muitos livros, sem jamais poder escrevê-los. Toda a minha obra doutrinária ou profana, é ocasional, intermitente, fragmentária, havendo mesmo quem a tenha julgado, com justiça, incôngrua no estilo."
Ao retornar ao Rio de Janeiro, ingressou na FEB em 1903, integrando-lhe o quadro social por 44 anos. Ali atuou como médium curador durante mais de meio século.

Informações para os Espíritos recém encarnados

Fita Cassete
Tipo de mídia
fita magnética

Tdkc60cassette.jpg

Uma fita cassete do tipo "Dinâmica", produzida pela TDK entre a década de 1970 e 1980.
Uso emarmazenamento de sinais de áudio
Codificaçãosinal analógico
Capacidade30 (15 minutos por lado)
45
60
90
120
Mecanismo de leituracabeça magnética fixa
Desenvolvido porPhilips, em 1963

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